Foi realizada a primeira formação dos professores do ER (Ensino Religioso) de Roraima, no dia 14 de março. A professora Isabel da Costa Lima discorreu sobre a legislação da formação continuada dos professores de Roraima.
O propósito disto foi justificar, através da legislação, todo o processo da formação continuada dos professores. Fato é que ele deve acontecer para todas as disciplinas, como preconizado na lei. Acredita-se que não seja trabalhoso para o professor participar destes encontros, visto que o processo de formação continuada pode até servir de ajuda no processo de planejamento e na dinamização do ensino-aprendizagem das aulas do ER.
Este
processo de formação vem acontecendo desde o ano passado (2012), o que
não isenta de os novos professores também participarem. Esta formação
está prevista e incluída nas 25h do trabalho semanal do professor da
educação básica.
Pretende-se nestes momentos fazer com
que aconteça uma formação com fundamentação voltada para o diálogo e o
conhecimento das religiões.
Os horários e dias da formação já estão definidos através do Calendário da formação do ER que serão amplamente divulgados neste blog e através de emails.
Este Blog proporciona subsídios para os professores do Ensino Religioso de Roraima
quinta-feira, 21 de março de 2013
Referencial Curricular
Está disponível o Referencial Curricular para o Ensino Religioso de Roraima. Pretende-se com isto facilitar o acesso dos professores ao referecial que foi construído coletivamente nos encontros do início do ano letivo de 2013:
REFERENCIAL CURRICULAR PARA O ENSINO RELIGIOSO - RR
1. OBJETIVO
1.1 Objetivo Geral: valorizar o pluralismo religioso e a diversidade cultural característico da sociedade brasileira, compreendendo as diversas formas de concepção do transcendente na superação da finitude humana e que determinam, subjacentemente, o processo histórico da humanidade.
1.2 Objetivos Específicos:
2. EIXOS TEMÁTICOS:
EIXO 1: Cultura de tradições religiosas:
1 Filosofia e tradição religiosa: A ideia do transcendente na visão tradicional e na visão atual;
1.1 Filosofia Tradicional: O homem pouco se conhecia;
1.2 Atual: O homem conhece a si mesmo;
1.3 A diversidade religiosa na visão tradicional e contemporânea.
2 História e tradição religiosa: Com a evolução da história os conflitos religiosos foram diminuindo e houve o aumento de algumas denominações religiosas.
2.1 A evolução da estrutura religiosa nas organizações humanas no decorrer dos tempos;
2.2 A origem e a evolução das tradições religiosas;
2.3 A evolução da estrutura religiosa no Brasil.
3 Sociologia e tradição religiosa: Os grandes líderes políticos influenciaram de forma direta na escolha religiosa de seus povos.
3.1 A função política das ideologias religiosas;
3.2 A função social das diversas religiões;
4 Psicologia e tradições religiosas: Em todas as religiões a questão da psicologia é latente pois a influência dos líderes é notada nos formatos das religiões (sermões, castigos, direcionamentos):
4.1 A tradição religiosa na construção do inconsciente pessoal e coletivo;
4.2 A inter-relação religiosa.
EIXO 2: Ritos
1 Rituais:
1.1 Religiões afro-brasileiras;
1.2 Religiões indígenas;
1.3 Budismos;
1.4 Cristianismo (católicos e evangélicos);
1.5 Islamismo (muçulmanos);
1.6 Judaísmo;
1.7 Espiritismo.
2 Significados dos rituais religiosos.
3 Os símbolos mais importantes de cada tradição religiosa.
4 A espiritualidade como experiência religiosa, elemento vital para o fiel e suas formas de se relacionar com o sagrado (oração, culto, missa, etc).
EIXO 3: Textos sagrados
1 Revelação: a manifestação do sagrado nas tradições religiosas através da pessoa ou indivíduo escolhido pela divindade, na qual o mesmo o representa:
1.1 Judaísmo: Torá
1.2 Cristianismo: Bíblia e profetas.
1.3 Islamismo: Alcorão
1.4 Hinduísmo: Sacerdotes
1.5 Espiritismo: Evangelhos, textos psicografados.
2 História das narrativas sagradas: A origem dos acontecimentos religiosos dos textos revelados:
2.1 Mitos;
2.2 Formação dos textos sagrados
2.3 Cristianismo e Judaísmo: Abraão e a fé.
3 Cultura textual: A influência do contexto social, político e religioso determinante para a redação final dos textos sagrados.
3.1 Contexto social, político e religioso;
3.2 Cristianismo e Judaísmo: Moisés e as leis;
3.3 Indígenas: sem regras aparentes.
4 Exegese: explicação dos textos sagrados revelados e a percepção humana sobre Deus através da observação dos sinais pelo qual a divindade se manifesta.
4.1 Análise;
4.2 Interpretação.
EIXO 4: Ethos
1 Normas, tradições religiosas e diversidades dos costumes referentes a:
1.1 Família;
1.2 Sociedade.
2 Como as religiões tratam das questões relacionadas com:
2.1 Violência;
2.2 Sexualidade;
2.3 Drogas;
2.4 Trabalho;
2.5 Aborto, etc.
3 A fundamentação dos limites éticos e valores morais propostos pelas várias tradições religiosas:
3.1 Direitos
3.2 Deveres
3.3 Respeito às diferenças culturais e religiosas.
4 O comportamento ético.
EIXO 5: Teologia
1 Divindades: cada povo desde os primórdios adorava deuses representado algumas vezes por fenômenos da natureza, animais, imagens, etc.
2 Verdade de fé: cada religião crê em determinados símbolos, rituais.
3 Vida além-morte: crença das tradições religiosas em relação à morte.
3. METODOLOGIA.
Considerando que o ato de construção do conhecimento se dá a partir da relação sujeito-objeto, cabe ao professor munir-se de um instrumento (método) que o auxilie nessa articulação.
De modo geral o professor de Ensino Religioso deve:
4. AVALIAÇÃO.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais apresenta a avaliação como contínua e sistemática, parte integrante e intrínseca ao processo educativo, com a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica.
AVALIAÇÃO INICIAL: é investigativa. Pode ser feita no início do ano ou início de conteúdo.
_ Instrumentaliza o professor para que possa pôr em prática seu planejamento de forma adequada;
_ Atende às características dos alunos.
_ Levanta suas concepções prévias sobre determinados conteúdos, para possibilitar ao professor estruturar sua programação.
_ Serve para gerar novos conhecimentos e para o aluno tomar consciência do que já sabe.
No Ensino religioso esse procedimento possibilita o reconhecimento de grupos culturais religiosos diferentes, identificados nas várias crenças dos próprios educandos e suas posturas em relação à própria fé, como, por exemplo, os radicalismos.
AVALIAÇÃO FORMATIVA: É formal e Sistemática, deve ser organizada de acordo como os conteúdos significativos, e que levem ao conhecimento. Acompanha o processo, considerando o contexto, a faixa etária e o desenvolvimento pessoal do aluno.
AVALIAÇÃO FINAL: Consiste na aferição dos resultados que indicam o tipo e o grau de aprendizagem que se espera que os alunos tenham realizado a respeito dos diferentes conteúdos essenciais.
Obs.: É importante lembrar que os conteúdos absolvidos são mensurados apenas como recebimento da informação haja vista, que a vivência e a real aceitação dos preceitos religiosos é de caráter subjetivo do indivíduo.
5. REFERÊNCIA.
FONAPER. Ensino Religioso: referencial curricular para a proposta pedagógica da escola. (Col. Caderno temático nº 01), 2000.
REFERENCIAL CURRICULAR PARA O ENSINO RELIGIOSO - RR
1. OBJETIVO
1.1 Objetivo Geral: valorizar o pluralismo religioso e a diversidade cultural característico da sociedade brasileira, compreendendo as diversas formas de concepção do transcendente na superação da finitude humana e que determinam, subjacentemente, o processo histórico da humanidade.
1.2 Objetivos Específicos:
- Proporcionar o conhecimento dos elementos básicos que compõem o fenômeno religioso, a partir das experiências religiosas recebidas no contexto do educando;
- Subsidiar o educando na formulação do questionamento existencial, em profundidade para que ele possa dar sua resposta devidamente informada;
- Analisar o papel das tradições religiosas na estruturação e manutenção das diferentes culturas e manifestações socioculturais;
- Facilitar a compreensão do significado das afirmações e verdades de fé das tradições religiosas;
- Refletir sobre o sentido da atitude moral, como conseqüência do fenômeno religioso e expressão da consciência e da resposta pessoal e comunitária do ser humano;
- Possibilitar esclarecimentos sobre o direito à diferença na construção de estruturas religiosas que têm na liberdade o seu valor inalienável.
2. EIXOS TEMÁTICOS:
EIXO 1: Cultura de tradições religiosas:
1 Filosofia e tradição religiosa: A ideia do transcendente na visão tradicional e na visão atual;
1.1 Filosofia Tradicional: O homem pouco se conhecia;
1.2 Atual: O homem conhece a si mesmo;
1.3 A diversidade religiosa na visão tradicional e contemporânea.
2 História e tradição religiosa: Com a evolução da história os conflitos religiosos foram diminuindo e houve o aumento de algumas denominações religiosas.
2.1 A evolução da estrutura religiosa nas organizações humanas no decorrer dos tempos;
2.2 A origem e a evolução das tradições religiosas;
2.3 A evolução da estrutura religiosa no Brasil.
3 Sociologia e tradição religiosa: Os grandes líderes políticos influenciaram de forma direta na escolha religiosa de seus povos.
3.1 A função política das ideologias religiosas;
3.2 A função social das diversas religiões;
4 Psicologia e tradições religiosas: Em todas as religiões a questão da psicologia é latente pois a influência dos líderes é notada nos formatos das religiões (sermões, castigos, direcionamentos):
4.1 A tradição religiosa na construção do inconsciente pessoal e coletivo;
4.2 A inter-relação religiosa.
EIXO 2: Ritos
1 Rituais:
1.1 Religiões afro-brasileiras;
1.2 Religiões indígenas;
1.3 Budismos;
1.4 Cristianismo (católicos e evangélicos);
1.5 Islamismo (muçulmanos);
1.6 Judaísmo;
1.7 Espiritismo.
2 Significados dos rituais religiosos.
3 Os símbolos mais importantes de cada tradição religiosa.
4 A espiritualidade como experiência religiosa, elemento vital para o fiel e suas formas de se relacionar com o sagrado (oração, culto, missa, etc).
EIXO 3: Textos sagrados
1 Revelação: a manifestação do sagrado nas tradições religiosas através da pessoa ou indivíduo escolhido pela divindade, na qual o mesmo o representa:
1.1 Judaísmo: Torá
1.2 Cristianismo: Bíblia e profetas.
1.3 Islamismo: Alcorão
1.4 Hinduísmo: Sacerdotes
1.5 Espiritismo: Evangelhos, textos psicografados.
2 História das narrativas sagradas: A origem dos acontecimentos religiosos dos textos revelados:
2.1 Mitos;
2.2 Formação dos textos sagrados
2.3 Cristianismo e Judaísmo: Abraão e a fé.
3 Cultura textual: A influência do contexto social, político e religioso determinante para a redação final dos textos sagrados.
3.1 Contexto social, político e religioso;
3.2 Cristianismo e Judaísmo: Moisés e as leis;
3.3 Indígenas: sem regras aparentes.
4 Exegese: explicação dos textos sagrados revelados e a percepção humana sobre Deus através da observação dos sinais pelo qual a divindade se manifesta.
4.1 Análise;
4.2 Interpretação.
EIXO 4: Ethos
1 Normas, tradições religiosas e diversidades dos costumes referentes a:
1.1 Família;
1.2 Sociedade.
2 Como as religiões tratam das questões relacionadas com:
2.1 Violência;
2.2 Sexualidade;
2.3 Drogas;
2.4 Trabalho;
2.5 Aborto, etc.
3 A fundamentação dos limites éticos e valores morais propostos pelas várias tradições religiosas:
3.1 Direitos
3.2 Deveres
3.3 Respeito às diferenças culturais e religiosas.
4 O comportamento ético.
EIXO 5: Teologia
1 Divindades: cada povo desde os primórdios adorava deuses representado algumas vezes por fenômenos da natureza, animais, imagens, etc.
2 Verdade de fé: cada religião crê em determinados símbolos, rituais.
3 Vida além-morte: crença das tradições religiosas em relação à morte.
3. METODOLOGIA.
Considerando que o ato de construção do conhecimento se dá a partir da relação sujeito-objeto, cabe ao professor munir-se de um instrumento (método) que o auxilie nessa articulação.
De modo geral o professor de Ensino Religioso deve:
- Observar.
- Informar-se.
- Refletir sobre o que observou e se informou.
- A construção do conhecimento a partir daquilo que o aluno conhece de si e de sua tradição religiosa.
- A possibilidade de aprofundamentos.
- A complexidade dos assuntos religiosos. Tendo em vista a pluralidade cultural que compõe o Brasil.
- Ações didáticas em sala que promova a interação.
- Conteúdos e procedimentos didáticos que levem em consideração a Faixa Etária e o ambiente cultural de interesse do aluno.
4. AVALIAÇÃO.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais apresenta a avaliação como contínua e sistemática, parte integrante e intrínseca ao processo educativo, com a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica.
- Para o professor permite reflexão sobre a prática, para revê-la, reorientá-la, recriar e reorganizar seus instrumentos de trabalho.
- Para escola os resultados da avaliação possibilitam localizar as falhas e os limites da ação pedagógica e definir prioridades.
- Para o aluno a avaliação é um instrumento que permite tomar consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades para reorganização e investimento na tarefa de aprender.
AVALIAÇÃO INICIAL: é investigativa. Pode ser feita no início do ano ou início de conteúdo.
_ Instrumentaliza o professor para que possa pôr em prática seu planejamento de forma adequada;
_ Atende às características dos alunos.
_ Levanta suas concepções prévias sobre determinados conteúdos, para possibilitar ao professor estruturar sua programação.
_ Serve para gerar novos conhecimentos e para o aluno tomar consciência do que já sabe.
No Ensino religioso esse procedimento possibilita o reconhecimento de grupos culturais religiosos diferentes, identificados nas várias crenças dos próprios educandos e suas posturas em relação à própria fé, como, por exemplo, os radicalismos.
AVALIAÇÃO FORMATIVA: É formal e Sistemática, deve ser organizada de acordo como os conteúdos significativos, e que levem ao conhecimento. Acompanha o processo, considerando o contexto, a faixa etária e o desenvolvimento pessoal do aluno.
- Observação sistemática (registros em tabelas, listas, diário de classe).
- Análise de produções dos alunos.
- Atividades específicas (seminários, construção de textos, círculos de debates).
- Auto – avaliação (reflexão).
AVALIAÇÃO FINAL: Consiste na aferição dos resultados que indicam o tipo e o grau de aprendizagem que se espera que os alunos tenham realizado a respeito dos diferentes conteúdos essenciais.
Obs.: É importante lembrar que os conteúdos absolvidos são mensurados apenas como recebimento da informação haja vista, que a vivência e a real aceitação dos preceitos religiosos é de caráter subjetivo do indivíduo.
5. REFERÊNCIA.
FONAPER. Ensino Religioso: referencial curricular para a proposta pedagógica da escola. (Col. Caderno temático nº 01), 2000.
terça-feira, 19 de março de 2013
Calendário da Formação Continuada
Após consulta, sobre o dia da formação continuada e os temas dessa formação, foi elaborada uma programação para o ano de 2013. Como escolhemos a quinta-feira como dia base para os encontros, definiu-se por toda primeira quinta-feira do mês. Para esta quinta-feira, dia 21 não haverá formação. Nosso próximo encontro será apenas no dia no dia 04 de abril, conforme o cronograma:
Cronograma
da Formação Continuada do Ensino Religioso de Roraima – 2013
AÇÃO
|
EVENTO
|
Mês
|
Dia
|
01
|
Legislação da formação continuada (ER)
|
Março
|
14
|
02
|
Esclarecimentos acerca do ER como disciplina
|
Abril
|
04
|
03
|
Seminário: História Oral
|
Abril
|
26
|
04
|
Cultura e tradições religiosas: Filosofia
e tradição religiosa
|
Maio
|
02
|
05
|
História e tradição religiosa
|
Junho
|
06
|
06
|
Sociologia e tradição religiosa
|
Julho
|
04
|
07
|
Psicologia e tradição religiosa
|
Agosto
|
01
|
08
|
Os Ritos
|
Setembro
|
05
|
09
|
Textos Sagrados
|
Outubro
|
03
|
10
|
Ethos: das normas aos comportamentos éticos
|
Novembro
|
07
|
11
|
Teologia
|
Dezembro
|
05
|
Defesa realizada
A defesa da dissertação da roraimense Jacilda Barreto de Araújo foi realizada nesta quinta-feira, dia 14 de março. Sua ênfase foi o ensino religioso em Boa Vista e a logoterapia. Procurou, em sua apresentação, identificar as causas da crise existencial dos adolescentes e a forma com a qual chegaram a dar sentido às coisas. Explanou sobre temas importantes para os adolescentes como sentido da vida, trabalho, amor e sexo. Sua fundamentação foram as pesquisas do psiquiatra austríaco Viktor Frankl e a do educador Paulo Freire no que se refere à "como dar sentido à vida".
Em sua banca de defesa os professores Luiz Alencar Libório, orientador, Antonio Mota, avaliador da UNICAP e Thiago Antonio de Avellar Aquino, avaliador externo da UFPB. Estiveram presentes o Coordenador do Curso de Mestrado em Ciências da Religião, Gilbraz Aragão, os professores Sergio Sezino, Drance Elias e seus alunos do mestrado.
Em sua banca de defesa os professores Luiz Alencar Libório, orientador, Antonio Mota, avaliador da UNICAP e Thiago Antonio de Avellar Aquino, avaliador externo da UFPB. Estiveram presentes o Coordenador do Curso de Mestrado em Ciências da Religião, Gilbraz Aragão, os professores Sergio Sezino, Drance Elias e seus alunos do mestrado.
terça-feira, 12 de março de 2013
Formação Continuada do ER
Será na Quinta-feira, dia 14 de março, a formação continuada dos professores do Ensino Religioso de Roraima. O local escolhido foi a Escola Monteiro Lobato, localizada na avenida Ene Garcez, no Centro.
INÍCIO: Manhã: 7h30min – Tarde: 14h
· Acolhida
· Legislação sobre a formação continuada.
Esclarecimentos.
· Formação para o Ensino Religioso.
Encontros semanais
Definir dia e horário – manhã e tarde
· Socialização das experiências de sala de aula.
Necessidades
Formação
Para dúvidas pode escrever em comentários.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Defesa de dissertação sobre o Ensino Religioso de Roraima
![]() |
| Viktor Frankl |
| Paulo Freire |
quinta-feira, 7 de março de 2013
Formação continuada
Organizaremos os encontros semanais da formação continuada do Ensino Religioso do Estado de Roraima.
Para que isto aconteça faremos consulta nesta sexta-feira - dia 8 de março - quais melhores dia e horário da semana para realização desta formação.
Atenderemos a todos na videoteca da Escola Barão de Parima, nos horários de 7h30 às 11h30 ou a tarde: das 14 às 18h.
Para que isto aconteça faremos consulta nesta sexta-feira - dia 8 de março - quais melhores dia e horário da semana para realização desta formação.
Atenderemos a todos na videoteca da Escola Barão de Parima, nos horários de 7h30 às 11h30 ou a tarde: das 14 às 18h.
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